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09.11.2010

Novo sem novidade: o poder persuasivo do design

O (bom) design, que atende às premissas de projeto e objetiva atrair o consumidor, é regra em muitas empresas. Essa consciência ainda não atingiu todos os empreendedores, mas os que já entenderam que o apelo estético somado à funcionalidade resulta em lucro têm investido pesado em.

A crescente passagem de “produtos necessários” para “marcas necessárias” faz o design o grande aliado do marketing na hora de persuadir o consumidor. Em um momento de informação rápida e volátil, o imagético é a aposta para convencer o cliente, de modo que no ato do projeto de design já existe o pensamento de despertar, através do que está sendo criado, uma necessidade nas pessoas, ainda que desnecessária. Um exemplo do uso do design com função de convencer vem da Apple. São produtos comuns (que existem em diversas outras marcas) como computadores, tocadores de mp3/mp4, celulares, e-readers que vão além de uma boa tecnologia: são projetos que tendem a se tornar únicos e desejados. Possuidores de tecnologia avança e design inegavelmente atraente somados a uma gerência cuidadosa da marca, são praticamente sinônimos de comportamento.

 

No entanto, na sociedade capitalista as empresas também devem vender e lucrar, assim, da mesma forma que usam o design como ferramenta para atrair o cliente, elas o utilizam para promover novos produtos. É plausível que as coisas hoje já sejam projetadas com “data para morrer”, conforme o planejamento do lançamento de novos produtos que é feito. Um mercado recente e que julgo bastante efêmero é o telefonia móvel, pois as empresas combinam estética e funções convincentes para lançar novos modelos em curtíssimo espaço de tempo, um upgrade nem sempre fundamental, mas que as pessoas acabam fazendo. Por que? Porque o novo é mais bonito (na verdade, novo pode até não ter mais beleza, mas as propagandas convencem o consumidor disso).

As pessoas têm uma grande “fraqueza” da qual marketing, o design e a publicidade se aproveitam: o efeito social de ter. “Defeito” que foi desenvolvido, a longo prazo, por essas áreas. Hoje as pessoas são o que elas têm, o que elas usam, o que elas vestem. Esse desejo por possuir para mostrar vem de longa data e a única coisa que varia de tempos em tempos são as marcas da moda.

O consumidor tem noção do que é bonito sem sequer saber o que é um bom design (na verdade, sem saber o que é design). Essas apostas no visual dão certo porque a beleza é algo muito bem visto (no fundo, a maioria das pessoas tem aversão ao que, por senso comum, é feio) devido a uma manipulação dos padrões estéticos através da mídia (em especial a televisão). Os responsáveis por criar essas necessidades já “domesticaram” o consumidor e hoje sabem que para cada novo produto lançado, sempre existirá alguém que compre a ideia.

 

Fonte: .omelhordomarketing

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